{"id":1237,"date":"2018-05-26T06:00:36","date_gmt":"2018-05-26T09:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/?p=1237"},"modified":"2018-05-25T07:03:00","modified_gmt":"2018-05-25T10:03:00","slug":"depressao-afeta-o-cerebro-tanto-quanto-o-alzheimer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/depressao-afeta-o-cerebro-tanto-quanto-o-alzheimer\/","title":{"rendered":"Depress\u00e3o afeta o c\u00e9rebro tanto quanto o Alzheimer"},"content":{"rendered":"<p>Quando n\u00e3o tratada e presente por mais de 10 anos, a doen\u00e7a pode causar inflama\u00e7\u00f5es equivalentes \u00e0s dos males neurodegenerativos, mostra estudo canadense. Para especialistas, a descoberta refor\u00e7a a necessidade de manter a condi\u00e7\u00e3o sob controle<\/p>\n<p>A depress\u00e3o duradoura pode prejudicar fisiologicamente o c\u00e9rebro. Pesquisa do Centro de Estudos sobre V\u00edcios e Sa\u00fade Mental (CAMH) do Canad\u00e1 sugere que, se n\u00e3o tratada, a doen\u00e7a que persiste por mais de 10 anos provoca inflama\u00e7\u00f5es no c\u00e9rebro equivalentes \u00e0s detectadas no Alzheimer e em outros tipos de dem\u00eancia. A complica\u00e7\u00e3o intoxica \u00e1reas cerebrais e \u00e9 progressiva, tamb\u00e9m como as doen\u00e7as neurodegenerativas. Detalhes do trabalho foram divulgados na revista The Lancet Psychiatry.<\/p>\n<p>Jeff Meyer, autor do estudo, e a equipe estudaram 80 volunt\u00e1rios, com idade entre 18 e 75 anos, entre setembro de 2009 e julho de 2017. Os participantes foram divididos em tr\u00eas grupos: 25 tinham depress\u00e3o por mais de 10 anos, 25 enfrentavam o problema havia menos de uma d\u00e9cada, e 30 n\u00e3o tinham o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a. Os depressivos n\u00e3o estavam sob tratamento havia pelo menos quatro semanas e apresentavam pontua\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 17 na Escala de Avalia\u00e7\u00e3o de Depress\u00e3o de Hamilton. Pela escala, de sete a 17 pontos equivale a depress\u00e3o leve. Acima de 25 est\u00e3o os indiv\u00edduos gravemente deprimidos.<\/p>\n<p>A inflama\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro foi medida por meio de exame de tomografia por emiss\u00e3o de positr\u00f5es (TEP), que consegue detectar prote\u00ednas translocadoras. Produzidas pelas micr\u00f3glias, c\u00e9lulas imunes do c\u00e9rebro, essas estruturas s\u00e3o ativadas em caso de inflama\u00e7\u00e3o. De acordo com os resultados do estudo, o grupo de volunt\u00e1rios com depress\u00e3o duradoura apresentou at\u00e9 30% mais inflama\u00e7\u00e3o no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal e no c\u00f3rtex cingulado anterior quando comparado aos que n\u00e3o tinham a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cNos volunt\u00e1rios com depress\u00e3o duradoura e que n\u00e3o tiveram muito tratamento com antidepressivo, vimos aumento progressivo da inflama\u00e7\u00e3o\u201d, resume Jeff Meyer. Segundo o autor, eles identificaram tamb\u00e9m semelhan\u00e7as entre a depress\u00e3o e outras doen\u00e7as progressivas que acometem o c\u00e9rebro, como o Alzheimer e o Parkinson. \u201cNossos dados sugerem que pessoas com depress\u00e3o de longa data podem ter uma forma biologicamente diferente de depress\u00e3o e que precisar\u00e3o ser tratadas de forma diferente\u201d, complementa.<\/p>\n<p><strong>Condi\u00e7\u00e3o t\u00f3xica\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Para o professor de psiquiatria da Universidade de Bras\u00edlia (UnB) Raphael Boechat Barros, \u00e9 importante refor\u00e7ar que, como mostra a pesquisa canadense, a depress\u00e3o n\u00e3o \u00e9 epis\u00f3dica. \u201cO diferencial desse estudo \u00e9 ter sido feito com pacientes com depress\u00e3o cr\u00f4nica. A maioria dos testes anteriores estuda a depress\u00e3o aguda. Esse novo estudo associou o tempo de depress\u00e3o n\u00e3o tratada com a inflama\u00e7\u00e3o, quanto mais tempo, mais inflama\u00e7\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>Segundo Barros, nesse caso, h\u00e1 libera\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias neurot\u00f3xicas que agridem o c\u00e9rebro a longo prazo, mesmo que o paciente n\u00e3o sofra com os sintomas. \u201cO estado inflamat\u00f3rio j\u00e1 \u00e9 um indicativo de que o c\u00e9rebro n\u00e3o est\u00e1 saud\u00e1vel\u201d, diz. \u201cA depress\u00e3o, portanto, \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica e pode ser indicada como uma doen\u00e7a neurodegenerativa.\u201d<\/p>\n<p>Uma das diferen\u00e7as entre a depress\u00e3o epis\u00f3dica e a cr\u00f4nica s\u00e3os os sintomas mais evidenciados no segundo caso. Para Fernando Fernandes, m\u00e9dico psiquiatra do Programa de Transtornos do Humor (Gruda) do Instituto de psiquiatria da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), isso pode estar relacionado \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro. Mas o especialista ressalta que os efeitos afetam outras estruturas do corpo, j\u00e1 que se trata de uma doen\u00e7a multifatorial. \u201cA inflama\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas um dos fatores envolvidos, assim como as altera\u00e7\u00f5es end\u00f3crinas\u201d, ilustra.<\/p>\n<p>De acordo com Fabiano Alves Gomes, m\u00e9dico psiquiatra e coordenador do Ambulat\u00f3rio de Transtornos do Humor do Hospital Universit\u00e1rio de Bras\u00edlia (HUB), as evid\u00eancias do estudo confirmam a hip\u00f3tese de que a depress\u00e3o \u00e9 uma doen\u00e7a que ocorre devido a m\u00faltiplos processos fisiopatol\u00f3gicos. \u201cEles incluem altera\u00e7\u00f5es mais conhecidas, como disfun\u00e7\u00f5es nos neurotransmissores e nos circuitos cerebrais, mas tamb\u00e9m processos inflamat\u00f3rios e disfun\u00e7\u00f5es imunol\u00f3gicas\u201d, diz.<\/p>\n<p><strong>Rea\u00e7\u00f5es pessoais\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O psiquiatra Raphael Boechat Barros, por\u00e9m, ressalta que o tempo para que a\u00a0<b class=\"wsl-anchor wsl-retention-link\" data-wsl-format=\"2\" data-wsl-dfp-href=\"https:\/\/adclick.g.doubleclick.net\/pcs\/click?xai=AKAOjsvr-4-nWXWjnZBtxh7CnMxp72r-CKZifgYOQPnjolE3cqt671F8B4FxTRs6Rl5KFPr06b6rF_2wlbAxWm2jlt8rGorb-YUg_WuIDFboWvS06bltSNgha1v9AeX5BjEvZ9WyH7qgfih8zFJ-vMYC03SRxandPtKh2s4j46wii5rNQ_fissOlG_3XJg45wTP0cOIxNNW09V9PI-RPsxOSvNX4M2F0kV-8pg4te2vdYvdeA334BfU&amp;sig=Cg0ArKJSzPRYggYjsysjEAE&amp;urlfix=1&amp;adurl=https%3A%2F%2Fwww.uai.com.br%2Fapp%2Fnoticia%2Fsaude%2F2016%2F10%2F10%2Fnoticias-saude%2C195374%2Fdepressao-vamos-conversar-sobre-isso.shtml\" data-wsl-dfp-ad-unit-name=\"adunit4P64825a2808da7337\" data-wsl-dfp-targeting=\"{&quot;anchorId&quot;:&quot;8028777880191145&quot;}\" data-wsl-uid=\"8028777880191145\" data-wsl-embed=\"{&quot;anchorText&quot;:&quot;depress\u00e3o&quot;,&quot;target&quot;:&quot;https:\/\/www.uai.com.br\/app\/noticia\/saude\/2016\/10\/10\/noticias-saude,195374\/depressao-vamos-conversar-sobre-isso.shtml&quot;,&quot;displayLink&quot;:&quot;www.uai.com.br&quot;,&quot;kind&quot;:&quot;retention&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Depress\u00e3o: vamos conversar sobre isso - Uai Sa\u00fade&quot;,&quot;description&quot;:&quot;No Dia Mundial da Sa\u00fade Mental, comemorado nesta segunda-feira (10\/10), a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) lan\u00e7ou a campanha Depress\u00e3o: vamos ...&quot;,&quot;call&quot;:&quot;Saiba mais:&quot;,&quot;language&quot;:&quot;pt-BR&quot;,&quot;sponsoredText&quot;:&quot;Patrocinado&quot;,&quot;hoverText&quot;:&quot;Link gerado por WorldSense&quot;}\">depress\u00e3o<\/b>\u00a0cause mudan\u00e7as cerebrais n\u00e3o \u00e9 necessariamente 10 anos, como o considerado na pesquisa canadense. \u201cPor ser o primeiro estudo, eles colocaram um prazo aproximado, mas isso depende muito do grau de depress\u00e3o do paciente. A consequ\u00eancia devido ao tempo varia de pessoa para pessoa\u201d, diz.<span class=\"wsl-inline-container wsl-concussion-target\" data-wsl-kind=\"retention\" data-wsl-format=\"2\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O psiquiatra alerta que \u00e9 preciso ter consci\u00eancia de que a depress\u00e3o, se n\u00e3o tratada, pode resultar em um preju\u00edzo a n\u00edvel org\u00e2nico e n\u00e3o apenas funcional. \u201cA maior parte das evid\u00eancias vem de estudos que avaliam apenas a estrutura do c\u00e9rebro ou subst\u00e2ncias detectadas nos exames de sangue. O estudo canadense traz a novidade da utiliza\u00e7\u00e3o de uma t\u00e9cnica que permite avaliar a inflama\u00e7\u00e3o diretamente no c\u00e9rebro de pessoas vivas com depress\u00e3o e demonstra que o tempo sem tratamento est\u00e1 associado a mais inflama\u00e7\u00e3o cerebral\u201d, explica.<\/p>\n<p><strong>Influ\u00eancia no QI dos filhos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Um novo estudo mostra os impactos da depress\u00e3o na maternidade. Segundo pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Calif\u00f3rnia, em San Diego, nos Estados Unidos, mulheres acometidas pela doen\u00e7a podem se comportar de forma a afetar negativamente o quociente de intelig\u00eancia (QI) dos filhos, com efeitos sobre o desenvolvimento da cogni\u00e7\u00e3o at\u00e9 os 16 anos de idade.<\/p>\n<figure class=\"image-with-caption left\">\n<div>\n<div>\n<figure style=\"width: 575px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" title=\"Jim Young\/Reuters - 7\/10\/14\" src=\"https:\/\/i.uai.com.br\/C3CnpnTcpnF3KpxnQ95D8FiiHoc=\/imgsapp2.uai.com.br\/app\/noticia_133890394703\/2018\/04\/19\/225790\/20180419121036229018u.jpg\" alt=\"Jim Young\/Reuters - 7\/10\/14\" width=\"575\" height=\"364\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">M\u00e3es sem depress\u00e3o apoiam mais o desenvolvimento cognitivo dos filhos (foto: Jim Young\/Reuters &#8211; 7\/10\/14)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div><figcaption class=\"news-image__description\"><\/figcaption><\/figure>\n<p>O estudo, divulgado na edi\u00e7\u00e3o deste m\u00eas da revista Child Development, foi realizado a partir de entrevistas feitas com cerca de 900 crian\u00e7as e as respectivas m\u00e3es &#8211; saud\u00e1veis ou deprimidas. Os participantes foram interrogados em intervalos de cinco anos, desde a inf\u00e2ncia dos filhos at\u00e9 eles completarem 16 anos. Os pesquisadores usaram ainda testes de QI para avaliar as habilidades cognitivas verbais das crian\u00e7as e dos adolescentes, e exames da condi\u00e7\u00e3o ps\u00edquica das mulheres. Tamb\u00e9m foram observadas a afetividade e a receptividade das m\u00e3es para com os filhos e quanto elas ofereciam materiais de estudo adequados a eles.<\/p>\n<p>Os resultados mostraram que m\u00e3es muito deprimidas investiam menos emocionalmente nos filhos e forneciam poucos recursos de estudo adequados quando comparadas \u00e0s saud\u00e1veis. O comportamento impactou o QI da prole em todas as fases estudadas: de 1 ano aos 16 anos de idade. Por exemplo, a m\u00e9dia de pontua\u00e7\u00e3o do QI verbal para todas as crian\u00e7as com 5 anos foi de 7,64, em escala que varia de 1 a 19. No caso das filhas de m\u00e3es deprimidas, o valor caiu para 7,30. Para as de m\u00e3es saud\u00e1veis, a m\u00e9dia subiu para 7,78.<\/p>\n<p>\u201cApesar de parecerem pequenas, as diferen\u00e7as no QI s\u00e3o altamente significativas em termos de habilidades verbais e vocabul\u00e1rio das crian\u00e7as\u201d, ressalta Patricia East, autora do estudo. A cientista destaca que os resultados s\u00e3o importantes para os profissionais de sa\u00fade, pois refor\u00e7am a import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico precoce, da interven\u00e7\u00e3o e do tratamento da depress\u00e3o materna. \u201cFornecer recursos para as m\u00e3es deprimidas vai ajud\u00e1-las a administrar os sintomas de maneira produtiva e garantir que os filhos delas atinjam o pleno potencial\u201d, justifica.<\/p>\n<p><strong>Sem rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de o estudo canadense apresentar resultados significativos, para especialistas, ele precisa ser aprofundado. O psiquiatra Fernando Fernandes diz que o trabalho lan\u00e7a hip\u00f3teses, mas n\u00e3o tira conclus\u00f5es. \u201cO estudo conseguiu mostrar que a depress\u00e3o e a inflama\u00e7\u00e3o est\u00e3o relacionadas, mas a rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito n\u00e3o foi confirmada\u201d, explica. Professor de psiquiatria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Humberto Correa explica que n\u00e3o d\u00e1 para afirmar que uma seja a causa da outra, pois o estudo faz uma associa\u00e7\u00e3o entre elas.<\/p>\n<p>O n\u00famero pequeno de participantes tamb\u00e9m \u00e9 um limitador, segundo o psiquiatra Fabiano Alves Gomes, al\u00e9m do fato de que as altera\u00e7\u00f5es s\u00f3 foram avaliadas em um momento. \u201cS\u00e3o necess\u00e1rios estudos prospectivos, que acompanhem pacientes com depress\u00e3o ao longo do tempo, que documentem o per\u00edodo sem tratamento e o uso de medicamentos e que identifiquem a progress\u00e3o do processo inflamat\u00f3rio cerebral\u201d, sugere.<\/p>\n<p>Gomes ressalta a necessidade de estudos que identifiquem o que vem primeiro, a depress\u00e3o ou a inflama\u00e7\u00e3o, e estrat\u00e9gias que diminuam esses processos inflamat\u00f3rios e imunol\u00f3gicos.\u00a0<strong>(SS*)<\/strong><\/p>\n<p><strong>Palavra de especialista<br \/>\nHumberto Correa, professor titular de psiquiatria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00e3o deve ser r\u00e1pida<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<em>\u201c\u00c9 um estudo muito benfeito metodologicamente. \u00c9 o primeiro a mostrar que a depress\u00e3o tamb\u00e9m pode ser uma doen\u00e7a neurodegenerativa, quanto mais tempo o paciente fica sem o tratamento, maior a inflama\u00e7\u00e3o cerebral. Os pesquisadores observaram que, a cada d\u00e9cada, h\u00e1 um aumento de pelo menos 20% de neurodegenera\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, o ponto principal \u00e9 diagnosticar e tratar o mais r\u00e1pido poss\u00edvel pacientes com depress\u00e3o, para que possamos evitar ou diminuir esse processo. O tratamento adequado \u00e9 importante para evitar reca\u00eddas, perda de funcionalidade no trabalho e na rotina e at\u00e9 mesmo o suic\u00eddio\u201d.<\/em><\/p>\n<p><em>Fonte: EM<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando n\u00e3o tratada e presente por mais de 10 anos, a doen\u00e7a pode causar inflama\u00e7\u00f5es equivalentes \u00e0s dos males neurodegenerativos,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1238,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"_mes":[],"_ano":[],"class_list":["post-1237","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1237","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1237"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1237\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1239,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1237\/revisions\/1239"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1238"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1237"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1237"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1237"},{"taxonomy":"_mes","embeddable":true,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/_mes?post=1237"},{"taxonomy":"_ano","embeddable":true,"href":"https:\/\/ajubemge.com.br\/site2\/wp-json\/wp\/v2\/_ano?post=1237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}